Antes que me torne um eremita completo, ocuparei este espaço para falar e discutir um pouco, com simplicidade, sobre a vida, com suas alegrias e tristezas. Pode ser que acabe falando comigo mesmo. Neste caso, pelo menos prevalecerá a minha opinião.
Dias Toffoli se declarou suspeito para julgar a manutenção da prisão de Daniel Vorcaro e um pedido para obrigar a Câmara a abrir uma CPI do Master. Mas o ministro não é um suspeito convencional. Não, não. Absolutamente! Ele se considera um suspeito de conduta irrepreensível.
Toffoli fez referência à reunião secreta de 12 de fevereiro. Aquela em que os colegas do Supremo expressaram "apoio pessoal" a ele, realçaram sua "dignidade" e declararam a "inexistência de suspeição ou de impedimento" para atuar no caso Master. Deixou a relatoria do inquérito porque quis. Nada a ver com a revelação de que sua empresa vendeu parte de um resort para a máfia de Vorcaro.
Até anteontem, Toffoli exibia o atestado de "dignidade" que recebeu dos colegas como salvo-conduto para participar dos julgamentos relativos ao Master. Deu meia-volta por "motivo de foro íntimo". Pela lei, não é obrigado a expor os 35 milhões de motivos que o levaram a desistir de esmurrar o bom senso.
2 comentários:
👊👉👉👉👍
Vê se pode!
Dias Toffoli se declarou suspeito para julgar a manutenção da prisão de Daniel Vorcaro e um pedido para obrigar a Câmara a abrir uma CPI do Master. Mas o ministro não é um suspeito convencional. Não, não. Absolutamente! Ele se considera um suspeito de conduta irrepreensível.
Toffoli fez referência à reunião secreta de 12 de fevereiro. Aquela em que os colegas do Supremo expressaram "apoio pessoal" a ele, realçaram sua "dignidade" e declararam a "inexistência de suspeição ou de impedimento" para atuar no caso Master. Deixou a relatoria do inquérito porque quis. Nada a ver com a revelação de que sua empresa vendeu parte de um resort para a máfia de Vorcaro.
Até anteontem, Toffoli exibia o atestado de "dignidade" que recebeu dos colegas como salvo-conduto para participar dos julgamentos relativos ao Master. Deu meia-volta por "motivo de foro íntimo". Pela lei, não é obrigado a expor os 35 milhões de motivos que o levaram a desistir de esmurrar o bom senso.
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