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quarta-feira, 11 de março de 2026

O TEMPO NÃO PASSA



A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta hoje (11) um projeto de lei que propõe alterar o nome da rua Peixoto Gomide, nos Jardins, para Sophia Gomide.

A proposta, de autoria do mandato coletivo Bancada Feminista do PSOL, ainda precisa ser votada pelo plenário da Casa.

O texto argumenta que a mudança busca reparar historicamente a memória de Sophia Gomide, morta em 1906 pelo próprio pai, o então senador paulista Peixoto Gomide, que não aceitava o casamento da filha, com o poeta e promotor público de Itapetininga, Manuel Baptista Cepelos. O casamento estava marcado para acontecer uma semana depois.

O Senador entrou em desespero e em seguida tomou o barco por iniciativa propria. Alguns anos depois, o noivo Cepelos teve a mesma iniciativa, pondo fim a vida.

O ex-parlamentar Gomide, acabou homenageado em 1914 com o nome da via, uma das mais conhecidas da capital, sem que o episódio fosse mencionado na homenagem oficial.

Viver é Perigoso 

Um comentário:

Anônimo disse...

Muito pertinente:
"Quando forças estrangeiras destroem indiscriminadamente a infraestrutura civil de um país agravando a vida de mais de 90 milhões de pessoas que já vivem há décadas sob sanções, pobreza e enormes dificuldades econômicas, a reação natural dessa população dificilmente será apoiar os agressores. Escolas, hospitais, aeroportos, residências e monumentos históricos estão sendo destruídos no Irã. Na última semana, a inflação atingiu níveis catastróficos, paralisando a vida econômica.
Deixar um país em ruínas não é um incentivo para que ele se torne democrático. A ofensiva americana não transpira racionalidade, pelo contrário. Pode ser um mero reflexo da personalidade psicologicamente adoecida do presidente dos EUA, marcada por trauma infantil, ressentimento e narcisismo. É como se a destruição do outro e sua humilhação servissem de prótese moral a um ego ferido. Seu vazio interior se enche de pólvora".
Rodrigo Tavares na FSP