Antes que me torne um eremita completo, ocuparei este espaço para falar e discutir um pouco, com simplicidade, sobre a vida, com suas alegrias e tristezas. Pode ser que acabe falando comigo mesmo. Neste caso, pelo menos prevalecerá a minha opinião.
Seguindo os mesmos passos na proteção aos poderosos
1- Começou na Lava Jato com os primeiros julgamentos, o sistema político/empresarial/judiciário reagiu para anular investigações e condenações. Agentes operacionais lobistas, bancas caríssimas de advogados, políticos das mais variadas correntes e ministros do STF. Teve como alvo principal o Juiz Sérgio Moro e os jovens promotores do MPF, Deltan a frente. 2- De novo tudo se repete com algumas variantes na liquidação e investigações do Banco Master, a maior fraude bancária de todos os tempos. Se na Lava Jato as pressões e manobras primeiramente se fizeram na 1ª instância, agora ela é sentida diretamente no TCU Tribunal de Contas da União e no Supremo através do ministro Dias Toffoli. Começando com a esdrúxula desculpa de foro privilegiado. Como diz aquele antigo programa de humor, o desaforo privilegiado. E a decretação de sigilo absoluto. As pressões se dirigem diretamente ao Banco Central pelo TCU e a Polícia Federal pelo STF. Sendo a PF acusada até de falta de empenho e o ministro nomeando diretamente peritos da corporação para analisar o material apreendido. 3- Discute-se por que o ministro não abre mão do caso, se declarando impedido pois parentes dele são citados nas investigações, norma claramente estipulada pelo Art. 144 do CPC. 4- Rememorando a história o ministro Dias Toffoli tem um comportamento de não se achar impedido nunca, senão vejamos: a - na delação do ex governador corrupto Sérgio Cabral votou pela anulação da delação mesmo quando foi citado nominalmente. b- anulou também provas da Odebrecht na Lava Jato em que era citado como “o amigo do amigo do meu pai”: c - no acordo de leniência da JIF, suspendeu o mesmo no valor de R$ 10 BI!. A firma dos irmãos Batista foi defendida pela esposa do ministro. 5- E o que é pior de tudo isso é o silêncio constrangedor do restante dos ministros do Supremo, estaríamos diante do chamado espírito de corpo? Chama atenção também a continuação de abertura de inquéritos "de ofício". Mas como tem muitos políticos que poderão estar envolvidos com o Master, silencio quase total nas casas legislativas, o que é no mínimo estranho porque em outros casos vivem falando em impedimento de ministros pelo Senado da República. Nesse caso do min. Toffoli existem motivos mais que justificáveis. 6- Quer participar duma reação? Mande mensagem de indignação para o deputado e senador que você votou, pressione.
4 comentários:
É...pois é....ale...ale...fux...fux...Lu.. Lu...fac... fac...e nois é fu...fu....
Você Nunca encontrara justiça em um mundo onde os criminosos fazem as leis....e Zé finni
Seguindo os mesmos passos na proteção aos poderosos
1- Começou na Lava Jato com os primeiros julgamentos, o sistema político/empresarial/judiciário reagiu para anular investigações e condenações. Agentes operacionais lobistas, bancas caríssimas de advogados, políticos das mais variadas correntes e ministros do STF. Teve como alvo principal o Juiz Sérgio Moro e os jovens promotores do MPF, Deltan a frente.
2- De novo tudo se repete com algumas variantes na liquidação e investigações do Banco Master, a maior fraude bancária de todos os tempos. Se na Lava Jato as pressões e manobras primeiramente se fizeram na 1ª instância, agora ela é sentida diretamente no TCU Tribunal de Contas da União e no Supremo através do ministro Dias Toffoli. Começando com a esdrúxula desculpa de foro privilegiado. Como diz aquele antigo programa de humor, o desaforo privilegiado. E a decretação de sigilo absoluto. As pressões se dirigem diretamente ao Banco Central pelo TCU e a Polícia Federal pelo STF. Sendo a PF acusada até de falta de empenho e o ministro nomeando diretamente peritos da corporação para analisar o material apreendido.
3- Discute-se por que o ministro não abre mão do caso, se declarando impedido pois parentes dele são citados nas investigações, norma claramente estipulada pelo Art. 144 do CPC.
4- Rememorando a história o ministro Dias Toffoli tem um comportamento de não se achar impedido nunca, senão vejamos: a - na delação do ex governador corrupto Sérgio Cabral votou pela anulação da delação mesmo quando foi citado nominalmente. b- anulou também provas da Odebrecht na Lava Jato em que era citado como “o amigo do amigo do meu pai”: c - no acordo de leniência da JIF, suspendeu o mesmo no valor de R$ 10 BI!. A firma dos irmãos Batista foi defendida pela esposa do ministro.
5- E o que é pior de tudo isso é o silêncio constrangedor do restante dos ministros do Supremo, estaríamos diante do chamado espírito de corpo? Chama atenção também a continuação de abertura de inquéritos "de ofício". Mas como tem muitos políticos que poderão estar envolvidos com o Master, silencio quase total nas casas legislativas, o que é no mínimo estranho porque em outros casos vivem falando em impedimento de ministros pelo Senado da República. Nesse caso do min. Toffoli existem motivos mais que justificáveis.
6- Quer participar duma reação? Mande mensagem de indignação para o deputado e senador que você votou, pressione.
Causídico Jurássico
E o rabis presis???kkkkk
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