quarta-feira, 1 de abril de 2026

COLOCANDO OS PINGOS NOS IS



Escreveu Ruy Castro na FSP 

Alexandra Moraes, nossa ombudsman, chamou atenção para a familiaridade com que, de repente, a imprensa passou a se referir a Flávio Bolsonaro.

Assim que ungido presidenciável, o  senador, portador de um sobrenome sinônimo de violência, insenbilidade e golpismo, tornou-se nas reportagens apenas "Flávio", algo assim como um afável vizinho de porta.

Não se tratava de economizar espaço, mas de preservar a dignidade da coluna. Com isso, até hoje, sempre o chamei apenas de "Bolsonaro", o que pode ser checado por qualquer leitor.

É verdade que não temos o hábito de tratar nossos presidentes por "Sr.", nem eles fazem por merecer, mas chamar um Bolsonaro pelo prenome é um suspeito sinal de simpatia, quase amor.

Ruy Castro

Blog: Diferente do grande Ruy Castro, os amigos leitores poderão comprovar, o Blog Viver é Perigoso, passou a se referir ao ex-presidente, apenas como Jair. E isso, não foi sinal de simpatia e quase amor, muito pelo contrário. Da mesma forma, nos referimos ao Sr. Romeu e outros.

Viver é Perigoso 

3 comentários:

  1. Onbundsman do Zelador influenciando o Onbundsman da Folha!

    A propósito: tradução de Onbundsman seria "homem sobre a bunda"?

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  2. Respeito e bom...não é Jair...é BOLSONARO...não é Luiz é LULA ...não é Rodrigo é RIERA...não é Romeu é ZEMA...
    e assim por diante né ZÉ?
    Alias Vorcaro tá em todos os lugare$$$$$.Chama ele de que???

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  3. Pois é e ao loirão como o pato: Donald.
    Criança acreditamos no personagem. Agora alguém acredita no presidente? Aliás ontem fez mais um dos seus discursos vazios, cheios de ameaças e promessas antigas. Consequências? O óleo subiu, dólar idem, as bolsas caíram. Pq? Ninguém acredita mais no que ele diz. Vai e volta na velocidade da luz. Sobre o discurso de ontem a data é sugestiva: 1º de abril. E quem diria, o Irã se diz vencedor da guerra até aqui.
    E o Joe é que era sonolento.

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