Escreveu Ruy Castro na FSP
Alexandra Moraes, nossa ombudsman, chamou atenção para a familiaridade com que, de repente, a imprensa passou a se referir a Flávio Bolsonaro.
Assim que ungido presidenciável, o senador, portador de um sobrenome sinônimo de violência, insenbilidade e golpismo, tornou-se nas reportagens apenas "Flávio", algo assim como um afável vizinho de porta.
Não se tratava de economizar espaço, mas de preservar a dignidade da coluna. Com isso, até hoje, sempre o chamei apenas de "Bolsonaro", o que pode ser checado por qualquer leitor.
É verdade que não temos o hábito de tratar nossos presidentes por "Sr.", nem eles fazem por merecer, mas chamar um Bolsonaro pelo prenome é um suspeito sinal de simpatia, quase amor.
Ruy Castro
Blog: Diferente do grande Ruy Castro, os amigos leitores poderão comprovar, o Blog Viver é Perigoso, passou a se referir ao ex-presidente, apenas como Jair. E isso, não foi sinal de simpatia e quase amor, muito pelo contrário. Da mesma forma, nos referimos ao Sr. Romeu e outros.
Viver é Perigoso

Onbundsman do Zelador influenciando o Onbundsman da Folha!
ResponderExcluirA propósito: tradução de Onbundsman seria "homem sobre a bunda"?
Respeito e bom...não é Jair...é BOLSONARO...não é Luiz é LULA ...não é Rodrigo é RIERA...não é Romeu é ZEMA...
ResponderExcluire assim por diante né ZÉ?
Alias Vorcaro tá em todos os lugare$$$$$.Chama ele de que???
Pois é e ao loirão como o pato: Donald.
ResponderExcluirCriança acreditamos no personagem. Agora alguém acredita no presidente? Aliás ontem fez mais um dos seus discursos vazios, cheios de ameaças e promessas antigas. Consequências? O óleo subiu, dólar idem, as bolsas caíram. Pq? Ninguém acredita mais no que ele diz. Vai e volta na velocidade da luz. Sobre o discurso de ontem a data é sugestiva: 1º de abril. E quem diria, o Irã se diz vencedor da guerra até aqui.
E o Joe é que era sonolento.