quinta-feira, 1 de março de 2012

SOB A LUZ DE VELAS


Quem é pequeno vê no maior apenas o que um pequeno é capaz de perceber.

Hermann Hesse

E AGORA PESSOAL ?

E agora Professor ? O homem é do Partido, é Ministro e Guru.
Como é que a gente fica ?

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, reconheceu hoje que o reajuste de 22,2% no piso nacional do magistério é elevado e que algumas prefeituras terão dificuldade com as novas folhas de pagamento. Ele fez um apelo a professores e gestores municipais para que busquem o entendimento e evitem paralisações.
“É preciso equilíbrio, responsabilidade. Os professores têm que ajudar para que isso seja absorvido e para que não haja retrocesso”.
O novo piso foi anunciado na segunda-feira elevou o salário dos professores de R$ 1.187 para R$ 1.451.
Alguns estados e municípios alegam dificuldade financeira para pagar o valor determinado.
Governadores reuniram-se ontem com o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), e pediram a aprovação de um projeto de lei que altere o critério de correção do piso, que passaria a ser feito com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que mede a inflação.

Web

FRASE ABOBRINHA DO DIA

Não sei nem colocar minhoca em anzol.

Crivella, novo Ministro da Pesca, admitindo que terá que fazer um "intensivão".

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TOMOU O BARCO


Tomou o barco hoje, de forma antecipada, o poeta, compositor, músico e cantor italiano, Lucio Dalla. O cantor, figura constante no "viver é perigoso", é o outor de Caruso, um dos maiores sucessos no planeta. Foi levado após um ataque cardíaco em Montreux, na Suíça.
Dalla iria completar 69 anos no próximo domingo.

ER


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JÁ TÁ NO PONTO !

Os meninos antigos costumavam cutucar as frutas com a unhinha, para sentir se as frutas da estação já estavam no ponto. Segundo dizem na cidade, o Prefeito esteve ontem em Belo Horizonte para assinar o tal Projeto SOMMA. Empréstimo para calçar ruas, vindos dos cofres do BDMG.
Já vão para dois anos que se discute essa lenga-lenga.
A fruta ainda não estava boa.
Costuma ficar no ponto para ser apanhada é nos anos de eleições.
Já está boa, mais doce e pronta para ser colhida.
Sempre foi assim.
E  às vezes funciona.
Melhor: Como tem período de carência para pagar, quem poderá ser responsabilizado pela despesa será o outro que poderá vir depois.
É a vida...

ER

INTERNET RÁPIDA

Ouvido ontem no Ranchinho do Pastel de Milho na Boa Vista.

- O cumpadre, que discurseira é essa que esta acontecendo sobre a velocidade da internet na terrinha ?

- Conversa boba. Papo de criadores de caso.

- Ué ? Mas o pessoal tem direito. Esta preocupado. Ameaçam voltar aos tempos de cartas pelo correio.

- Pra que discutir antes ? Que esperem chegar a novidade na terrinha. Deixem os homens implantarem o sistema  e depois iremos ver se funciona ou nâo !

- Nao chegou então? Claro que não. Estão na fase de experiências. Isso vai longe. Deverá estar acessível lá pelas olímpiadas.

- Ah! Bom...

ER

OLHA O NÍVEL !

Deu no Brickmann

A condenação de um jornalista por insulto a um colega é algo que nos deve fazer pensar: da mesma forma que os comentaristas de matérias on-line, cabe-nos manter o nível mesmo nas discussões mais duras. As pessoas podem ter opiniões divergentes sem, por isso, serem compradas, safadas, ordinárias, vendidas. A luta para desmoralizar uma pessoa, ou colocá-la na cadeia, ou fazê-la perder o emprego, a menos que haja provas fortes de conduta inadequada, é algo indigno: é transferir a discussão do campo das ideias, dos argumentos, do texto, para o campo da polícia, que não é o nosso.
Já houve disputas ferozes na imprensa brasileira, disputas que envolveram duras acusações pessoais. Carlos Lacerda x Samuel Wainer, Wainer x Chateaubriand, Chateaubriand x Matarazzo, João Calmon x Roberto Marinho, Marinho x Lacerda, essas guerras pessoais marcaram a imprensa nos anos 50 e início dos anos 60. A consequência? Em 1964, todos perderam - alguns primeiro, outros mais tarde, alguns mais, outros menos. Até empresas que cresceram no regime militar o fizeram à custa de submeter-se a comandos mais altos que o de seus proprietários.
Divergir, discutir, usar termos duros, vá lá; mas é preciso lembrar-se de que o consumidor de informação está mais preocupado com os fatos que o atingem mais de perto. É sempre interessante acompanhar uma briga, mas termina cansando. E acaba-se gastando força, criatividade e verba que deveriam ser usadas na busca de boas notícias, importantes e bem apresentadas.

Brickmann